Nesse fim de semana eu comecei a jogar o Silent Hill: Homecoming e exercitei meu coração com vários pequenos infartos. O "quase" no título se deve ao fato de eu já ter jogado um pouquinho desse jogo uns anos atrás, mas foi só uma ou duas cenas no máximo, e eu acabei me recordando vagamente delas enquanto jogava dessa vez. Eu achei o jogo bacana porque ele resgata muito da essência do primeiro Silent Hill que eu sentia que ia se perdendo um pouco conforme as sequências iam saindo (especialmente com relação aos cenários e ao estilo de bizarrice que tem lá no meio) e isso me cativou bastante. Isso só me animou mais e mais pra continuar e lá fui eu, alegre e saltitante ou não, desbravar mais casas abandonadas e cemitérios macabros.
Trata-se do sexto jogo da série de survival horror Silent Hill e foi anunciado em 11 de julho de 2007 pela Konami na conferência de imprensa da E3. Originalmente foi lançado para playstation 3 e XBOX 360, mas uma versão para PC saiu em novembro de 2008 para a plataforma Steam (para a nooooossa alegria). A jogabilidade não diferente muito dos outros títulos, mas agora é possível escolher respostas diferentes para vários diálogos durante o jogo e isso pode afetar profundamente o final (ou finais, quem sabe?) e a maneira como os fatos são mostrados. É a primeira vez que esse recurso é implementado, aliás, e as outras ferramentas (como puzzles e pistas no diário do protagonista para desvendar certas partes) permanecem.
